segunda-feira, 24 de junho de 2013

Uma proposta para a utilização(educação,ciência,etc) dos estádios da Copa do Mundo!




Já que a construção dos estádios é irreversível poderíamos adequar esses espaços para propiciar divulgação da ciência(museus),escolas de treinamento de professores,atividades culturais e cursos de extensão universitária.As universidades ,entidades da industria e comercio poderiam ser responsáveis por este trabalho.Em Cuiabá, a Arena Pantanal terá quarenta e três mil e seiscentos lugares. No último campeonato do Mato Grosso, a média de torcedores foi interior a mil pessoas por partida.Em Recife um novo estádio, embora todos os grandes clubes locais já tenham o seu.Em Manaus pior ainda. A arena terá quarenta e sete mil lugares. No último campeonato estadual, somando os 80 jogos, o público total foi de trinta e sete mil, novecentos e setenta e um torcedores.Veja os gastos públicos com estádios da Copa do Mundo(Fonte Correio do Povo em 19/06/2013)

BELO HORIZONTE - MINEIRÃO

Orçado inicialmente em R$ 426 milhões, o Mineirão pronto custou R$ 695 milhões. O consórcio responsável pela obra foi o Minas Arena (Construcap, Egesa, Hap Engenharia). O governo de Minas Gerais investiu R$ 40,5 milhões nas obras do estádio. Já o próprio consórcio entrou com mais R$ 254,5 milhões e por fim o BNDES investiu os outros R$ 400 milhões.

BRASÍLIA - MANÉ GARRINCHA

A construção do Estádio Nacional foi a mais cara, com valor final de R$ 1,2 bilhão. A previsão inicial era bem menor: R$ 696 milhões. O consórcio responsável pela obra era formado pela Andrade Gutierrez e a Via Engenharia. O investimento foi 100% público, financiado pela Terracap, agência imobiliária pública do Distrito Federal e da União.

CUIABÁ - ARENA PANTANAL

O estádio não está pronto e só deverá ser entregue em dezembro próximo. Até agora, o valor provisório da obra é de R$ 518,9 milhões, algo bem acima dos R$ 342 milhões propostos inicialmente. A construção é tocada pela Mendes Júnior (a Santa Bárbara saiu do consórcio). O BNDES investirá R$ 285 milhões e o governo estadual, mais R$ 233,9 milhões.

CURITIBA - ARENA DA BAIXADA

A reforma da casa do Atlético-PR saltou dos iniciais R$ 135 milhões para os atuais R$ 234 milhões. A empresa gerenciadora da construção é a Engevix. São investidos R$ 123 milhões via financiamento do BNDES, mais R$ 46 milhões da Prefeitura de Curitiba e outros R$ 18,4 milhões pelo Furacão. Antes para junho, a previsão de entrega do estádio está para dezembro.

FORTALEZA - CASTELÃO

O estádio foi erguido pelo consórcio Galvão Engenharia e Andrade Mendonça Construtora. A obra caiu de custo: no início, o custo esperado era de R$ 623 milhões, mas no fim foi de R$ 518,6 milhões. O investimento foi de R$ 351,5 milhões do BNDES, mais R$ 194,4 milhões do governo cearense. O estado terá de pagar prestações mensais de R$ 407 mil por oito anos.

MANAUS - ARENA AMAZÔNIA

O estádio para Amazonas tem como construtora a Andrade Gutierrez e a previsão de entrega também é para dezembro próximo. O valor inicial da obra era de R$ 515 milhões, mas subiu para R$ 550,7 milhões. O BNDES entrará com R$ 400 milhões, e a Caixa Econômica Federal, com mais R$ 110 milhões. Além disto, o governo estadual gastará outros R$ 40,7 milhões.

NATAL - ARENA DAS DUNAS

O estádio foi orçado no início em R$ 350 milhões, mas o valor final da obra deve ser de R$ 417 milhões. A responsável pela construção é a OAS. Da parte pública, o BNDES investirá R$ 395 milhões, e o governo estadual mais R$ 17 milhões. O consórcio arcará com outros R$ 3,5 milhões. A previsão de entrega da arena, assim como as demais, é para dezembro.

PORTO ALEGRE - BEIRA-RIO

Dos custos com a obra do estádio, R$ 277 milhões virão do financiamento do BNDES, e a Andrade Gutierrez entrará com mais R$ 53 milhões. Aliás, esta é a empresa responsável pela reforma do Beira-Rio, estimada inicialmente em R$ 130 milhões, mas hoje projetada para R$ 330 milhões. A entrega para a utilização também está marcada para dezembro.

RECIFE - ARENA PERNAMBUCO

O estádio em Recife foi erguido pela Odebrecht. A construção da arena saiu por um valor abaixo do estimado: de R$ 529,5 milhões foi para R$ 502,2 milhões. O BNDES entrou na jogada com um investimento de R$ 276,7 milhões, enquanto que o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) contribuiu com mais R$ 217,9 milhões para essa empreitada.

RIO DE JANEIRO - MARACANÃ

Palco da final da Copa do Mundo de 2014, o Maracanã custou aos cofres públicos R$ 882,9 milhões (apenas o estádio). O valor inicial estava estipulado em R$ 600 milhões. O consórcio responsável pela reforma foi formado por Odebrecht, IMX e OAS. O financiamento do BNDES foi de R$ 400 milhões, enquanto que o governo estadual entrou com mais R$ 482,9 milhões.

SALVADOR - ARENA FONTE NOVA

O novo estádio custou R$ 689,4 milhões, sendo que o valor inicial para a obra era de R$ 591,7 milhões. O consórcio foi formado por OAS e Odebrecht. O BNDES foi responsável por R$ 323,6 milhões, o BNB por R$ 241,9 milhões e o governo da Bahia pelos outros R$ 123,9 milhões. Como contrapartida ao consórcio, o governo terá de arcar com R$ 103 milhões anuais durante 15 anos.

SÃO PAULO - ARENA CORINTHIANS

Único estádio com previsão de entrega para janeiro do ano que vem, a Arena Corinthians deverá custar R$ 820 milhões (até o momento, valor igual ao do orçamento inicial). A empreiteira responsável pela obra é a Odebrecht. O investimento público acontecerá da seguinte maneira: o BNDES entrará com R$ 400 milhões e a Prefeitura de São Paulo (via CIDS), com R$ 420 milhões.


domingo, 23 de junho de 2013

Onda estacionária em um barbante:Para fazer em casa!


Ingredientes:Barbante,Motor recuperado de um controle de vídeo game,pilha e uma conexão de encanamento!

Veja o vídeo no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=QNXAzuGVz1g

Assunto explicado em detalhes na pagina 101 do Livro Relatividade,Oscilações,Ondas e Calor de autoria de Wolfgang Bauer,Gary D. Westfall e Helio Dias ,da serie Física Para Universitários.Veja mais detalhes sobre o livro no link:
http://www.grupoa.com.br/livros/fisic...


sábado, 22 de junho de 2013

Onde o povo prefere pousar seu clunis(em latim, clunis são nádegas)?(PÃO E CIRCO CONTINUAM)



O imperador romano Vespasiano, que governou de 69 a 79, d.C, que em sua carta intitulada “Onde o povo prefere pousar seu clunis?” (em latim, clunis são nádegas) disse ao seu filho Tito:


“22 de junho de 79 d.C. Tito, meu filho, estou morrendo. Logo eu serei pó e tu, imperador. Espero que os deuses te ajudem nesta árdua tarefa, afastando as tempestades e os inimigos, acalmando os vulcões e os jornalistas. De minha parte, só o que posso fazer é dar-te um conselho: não pare a construção do “Colosseum”.

Em menos de um ano ele ficará pronto, dando-te muitas alegrias e infinita memória. Alguns senadores o criticarão, dizendo que deveríamos investir em esgotos e escolas. Não dê ouvidos a esses poucos. Pensa: onde o povo prefere pousar seu clunis: numa privada, num banco de escola ou num estádio? Num estádio, é claro.



Será uma imensa propaganda para ti. Ele ficará no coração de Roma por “omnia saecula saeculorum”, e sempre que o olharem dirão: ’Estás vendo este colosso? Foi Vespasiano quem o começou e Tito quem o inaugurou’.


Outra vantagem do “Colosseum”: ao erguê-lo, teremos repassado dinheiro público aos nossos amigos construtores, que tanto nos ajudam nos momentos de precisão. ’Moralistas e loucos dirão, que mais certo seria reformar as velhas arenas. Mas todos sabem que é melhor usar roupas novas que remendadas. “Vel caeco appareat” (Até um cego vê isso).


Portanto, deves construir esse estádio em Roma. Enfim, meu filho, desejo-te sorte e deixo-te uma frase: “Ad captandum vulgus, panem et circenses” (Para seduzir o povo, pão e circo). Esperarei por ti ao lado de Júpiter”.


Vespasiano morreu no dia seguinte à carta. Tito inaugurou o Coliseu com 100 dias de festa.



Aqui no Brasil:


Em Cuiabá, a Arena Pantanal terá quarenta e três mil e seiscentos lugares. No último campeonato do Mato Grosso, a média de torcedores foi interior a mil pessoas por partida.


Em Recife um novo estádio, embora todos os grandes clubes locais já tenham o seu. 


Em Manaus pior ainda. A arena terá quarenta e sete mil lugares. No último campeonato estadual, somando os 80 jogos, o público total foi de trinta e sete mil, novecentos e setenta e um torcedores.

22 de junho de 1633:Galileu Galilei é julgado e condenado pelo Tribunal da Inquisição!




DEUS FACE À CIÊNCIA
Claude Allègre


A 22 de Junho de 1633, Galileu Galilei, de 69 anos de idade, vestido com o hábito branco dos penitentes, entra na grande sala do Convento de Minerva, em Roma. Vai comparecer, a pedido expresso e urgente do papa Urbano VIII, diante do tribunal inquisitorial da Congregação do Santo Ofício, composto por dez cardeais designados para o efeito.

Comparecer é uma força de expressão, em termos da língua atual, já que ele terá de se contentar com escutar a sentença, sem debate preliminar. Durante seis meses é mantido «prisioneiro» em Roma. Enquanto lhe sugerem que se retrate, os subalternos da Inquisição recusam-lhe ao mesmo tempo que veja o papa, de quem tinha sido amigo, ou mesmo qualquer cardeal. Privam-no do contato com os colegas mais queridos. Zanga-se, respinga, exige um debate contraditório com os seus acusadores, mas em vão. Permanecerá na ignorância do que se trama contra ele e que decidirá da sua sorte. Não verá os seus julgadores antes de 22 de Junho, não terá um verdadeiro processo e, portanto, não terá ocasião de exibir essa maravilhosa inteligência que tinha seduzido, subjugado mesmo, tantos eclesiásticos havia mais de trinta anos.
Ei-lo agora diante do tribunal da Inquisição. Ajoelhado, escuta, tenso, pálido, silencioso, a espantosa declaração, aquela declaração supostamente escrita por ele, mas de que, na realidade, toma conhecimento pela primeira vez enquanto é lida por outro:


Eu, Galileu Galilei, filho do falecido Vincenzo Galilei, de Florença, de 69 anos de idade, comparecendo em pessoa perante este tribunal, ajoelhado diante de vós, mui eminentes e reverendíssimos cardeais, grandes inquisidores de toda a cristandade contra a perversidade herética, os olhos postos sobre os mui Santos Evangelhos, que toco com as minhas próprias mãos:
Juro que sempre acreditei, que acredito neste momento e que, com a graça de Deus, continuarei a acreditar no futuro em tudo quanto a Santa Igreja católica, apostólica e romana tem por verdadeiro, prega e ensina.

Mas, em virtude de o Santo Ofício me ter notificado de que não acredita na falsa opinião de que o Sol está no centro do mundo e é imóvel e de que a Terra não é o centro do mundo e se move e de que não mantém, nem defende, nem ensina, quer oralmente, quer por escrito, esta falsa doutrina; em virtude de ter sido notificado de que a dita doutrina era contrária às Sagradas Escrituras; em virtude de ter escrito e ter mandado imprimir um livro no qual exponho esta doutrina condenada, apresentando em seu favor uma argumentação muito convincente, sem apontar qualquer solução definitiva; tornei-me por este facto fortemente suspeito de heresia, isto é, de ter mantido e acreditado que o Sol está no centro do mundo e é imóvel e que a Terra não está no centro e se move.

Por este facto, e querendo apagar do espírito de Vossas Eminências e de qualquer cristão fiel esta suspeita veemente a justo título concebida contra mim, abjuro e maldigo de coração sincero e com fé não simulada os erros e as heresias supracitados e, em geral, qualquer outro erro, heresia e empreendimento contrários à Santa Igreja; juro, no futuro, jamais dizer ou afirmar de viva voz ou por escrito seja o que for que permita haver de mim semelhante suspeita e, se por acaso vier a encontrar um herético ou tido como tal, denunciá-lo-ei a este Santo Ofício, ao inquisidor ou ao prelado da diocese onde resido.

Juro também e prometo cumprir e observar estritamente as penitências que me foram ou vierem a ser-me impostas por este Santo Ofício; e, se desobedecer, que o não queira Deus, a uma das minhas promessas e juras, submeto-me a todas as penas e castigos que são impostos e promulgados pelos sagrados cânones e pelas outras constituições gerais e particulares contra semelhantes delinquentes. Com a ajuda de Deus e dos Santos Evangelhos, que toco com as minhas mãos.

Eu, Galileu Galilei, abaixo assinado, reneguei, jurei, prometi e comprometi-me como acima ficou dito; em fé do que, para atestar a verdade com a minha própria mão, assinei a presente cédula da minha abjuração e recitei-a, palavra por palavra, em Roma, no Convento de Minerva, a 22 de Junho de 1633

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Entendendo o Sistema Tarifário da Capital Paulista!



Interessante a comparação acima  do valor mensal gasto no Brasil(U$60) com o México(U$14).Nosso valor se aproxima de grandes capitais como Nova York e Madri que oferecem excelente qualidade de serviços!



Entendendo o Sistema Tarifário da Capital Paulista(Preparado por Vinícius Macedo Ramos aluno da Eng. de Produção da Escola Politécnica USP).Veja no link abaixo este trabalho:


http://infogr.am/Transporte-SP-630



A RAPAZIADA QUE SEGURA O ROJÃO !!!(Gonzaguinha)

Eu acredito
É na rapaziada
Que segue em frente
E segura o rojão
Eu ponho fé
É na fé da moçada
Que não foge da fera
E enfrenta o leão
Eu vou à luta
É com essa juventude
Que não corre da raia
À troco de nada
Eu vou no bloco
Dessa mocidade
Que não tá na saudade
E constrói A manhã desejada





quarta-feira, 19 de junho de 2013

Avião movido a energia solar!



O avião movido a energia solar possui uma envergadura de 63 metros, mas pesa tanto quanto um carro médio. O avião decolou de Cincinnati, Ohio, em 15 de junho e chegou em Washington, DC, em 16 de junho.Foram 406 km percorridos.

Fonte:DOE -USA

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Projeto Educação e Ciência para a Perfeição do Homem!


Para quem tem projetos de construção de um mundo melhor aliado a uma forte convicção de que é necessário difundir o bem para que o mal não vença, é necessário uma atuação conjunta mais intensa entre  universidades e sociedade valendo-se das vocações naturais de cada universidade. É com este espírito que foi criado o IVEPESP que procura hoje estreitar seus laços cooperativos com as Universidades Brasileiras. Esta nova empreitada, em especial com as Universidades Paulistas, tem um significado especial e prioritário para o IVEPESP. 

Com este nobre objetivo de estreitar o relacionamento, o IVEPESP promoveu um encontro histórico e inédito no ultimo 12  de Junho de 2012 reunindo as principais universidades e institutos de pesquisa de São Paulo. Nesta ocasião, num ambiente de excelente receptividade, foram  discutidos  o estabelecimento de uma cooperação mais abrangente envolvendo as Universidades e o IVEPESP.

        As universidades e institutos de pesquisa do Estado de São Paulo  possuem hoje as mais importantes instituições da América Latina.Só para exemplificar citaremos a   A USP que é  composta de 37 unidades de ensino e pesquisa, 7 institutos especializados, 4 hospitais, 4 museus, 39 bibliotecas, orquestras, centros de difusão, centros da terceira idade e muito mais. Possui 76.560 alunos entre graduação e pós-graduação e disponibiliza para a sociedade brasileira cerca de 6000 profissionais por ano, com a missão de exercerem uma liderança em suas áreas de atuação. Através dos Hospitais das Clínicas (o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP é o melhor do Brasil,o segundo melhor da América Latina e esta em 82 no mundo)que contam com corpo médico-docente do quadro USPiano.

A importância da USP é mais facilmente notada pelos milhares de atendimentos por ano realizados, onde na sua grande maioria são resolvidos casos clínicos novos, desafiadores, os quais não teriam condições de serem solucionados em hospitais de outro porte. Sua intensa atividade de cooperação com o setor produtivo tem permitido a USP realizar contribuições relevantes na inovação tecnológica que contribui significativamente para o desenvolvimento do nosso país. 

A presença da USP é tão marcante no panorama nacional, que é raro qualquer instituição ou setor, que não tenha em seus quadros profissionais bem formados pela USP.  Com tal atuação e relevância, conclui-se, que a USP vai além de ser uma universidade, ela é “UM PROJETO DE NAÇÃO”, que se preocupa em atuar em todos os setores, provendo à sociedade paulista e brasileira, aquilo que melhor pode oferecer: profissionais e serviços de alta qualidade que preservem o bem estar do homem e da nação.

        Por outro lado, o IVEPESP tem em seus valores e ações o mais elevado desejo de produzir uma nação mais justa de homens livres, limpos e puros, adotando o ideal pela perfeição. O IVEPESP procura moldar bons homens, tornando-os melhores, com a convicção de que assim modificará a humanidade. Utilizando o homem como instrumento, o IVEPESP quer melhorar o mundo em que vivemos. Neste aspecto, equivalente as Universidades, o IVEPESP é claramente muito mais que uma instituição dentro da sociedade, ela é “UM PROJETO DE HUMANIDADE”.  Projeto este que em determinados momentos pode ser capaz de mudar rumos e escrever a história.

        Um projeto de Nação pode ser mais bem desenvolvido se conjugado a um projeto de Humanidade, e este é o mais forte argumento pelo qual temos que realizar uma maior aproximação, com intuito cooperativo entre o IVEPESP e as UNIVERSIDADES. Ambas as instituições sabem que a nossa história futura neste planeta depende de ações com precisão milimétrica, conjuntas e constantemente avaliadas. 

        Levando em conta a abrangência das universidades e institutos do Estado de São Paulo, o seu potencial em termos de recursos humanos, e a grande vascularização representadas pelo IVEPESP , temos certeza que uma ação cooperativa em diversas frentes, deverá ser salutar e de grande impacto positivo tanto para as universidades  quanto para a sociedade. Juntos, estaremos construindo um amanhã bem melhor.

        A partir de 12 de Junho de 2012  queremos que seja marcado com uma nova etapa de atuação do IVEPESP no Estado de São Paulo para o estabelecimento do mais legitimo relacionamento em prol do bem e da melhoria social.No IVEPESP  pretende-se viabilizar e implementar diversas possibilidades de colaboração dentro de diversas universidades, como o de divulgação da ciência, orientação na utilização de remédios, apoio aos projetos contra as drogas, Amazônia Soberania Nacional, etc.), assistência social,cursos de extensão universitária para preparar nossos recursos humanos,Museus , ensino a distancia entre outros.

        Como diz uma frase anônima celebre, “É preciso que as coisas certas sejam feitas, e não apenas fazer certo as coisas”, e é com este intuito que o IVEPESP procurara abrir novas frentes de colaboração. Utilizando o envolvimento de diversos setores, pretendemos estabelecer um padrão de virtude em tudo que podemos, desde a política, passando pela educação e atingindo o setor produtivo. 

       Há momentos na historia que significam eternidades. Um destes momentos chegou até nós. A luta é por uma nação com humanidade. Temos que acelerar o processo para decidir como seremos, ou se continuamos sujeitos a tirania e perversidade dos corruptos. Esta é a grande luta pela qual o IVEPESP deve estar sempre empenhado.

Texto escrito por:

VANDERLEI S. BAGNATO (Veja seu perfil em http://bit.ly/185HVX3 )

HELIO DIAS (Veja seu perfil em http://bit.ly/1aCiBrl )


Veja o vídeo: O Poder da Mente Humana.



Cientistas espanhóis protestam para evitar a ruína do sistema científico espanhol!




De acordo com o movimento, 5.000 cientistas em Madrid marcharam do edifício central do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas (CSIC) para o Ministério da Economia - que é responsável pela ciência - para entregar uma carta aberta propondo 'dez mandamentos' , que visa parar " a ruína do sistema científico espanhol ".Depois de mais do que duplicar o seu investimento em ciência entre o final dos anos 1990 e 2009, o Estado cortou o orçamento de ciência em 39% desde 2009. Em 2011, o governo do Partido Popular de direita eliminou o Ministério da Ciência e continuou com os cortes, e  disse que não planeja qualquer aumento de financiamento para 2014.

Veja matéria completa publicada na revista Nature:


http://www.nature.com/news/spanish-scientists-protest-to-save-research-1.13207

domingo, 16 de junho de 2013

O LUGAR DO MUSEU NA EDUCAÇÃO!



“O que o museu tem a ver com educação?”
Essa pergunta do ministro da Educação, Aloízio Mercadante, na imprensa e repercutida na Coluna do Noblat (3/6) do Globo, merece algumas ponderações. Faço uma dezena delas:
1. Museu é lugar para se entrar de corpo inteiro, tridimensionalmente, com todos os sentidos despertos. Cada obra de arte ou objeto exposto nos convida a olhá-lo, a partilhar dele, a se entregar a ele. Esse é o caminho da educação de qualidade: permitir que a vida nos invada e que o objeto inanimado ganhe um vislumbre novo, a cada dia, em cada visita. O Grande Pinheiro, tela de Cèzanne no Masp, pode ser vista cem vezes e, a cada vez, será diferente da outra; o quadro, de certa forma, muda, porque muda o mundo e mudamos nós também.
2. Museu é lugar, portanto, de olhar de forma distinta para as coisas. E para os seres também. É lugar de aprender a olhar com outro olhar para o outro (que quase nunca o vemos), para a escola (que pode ser, a cada dia, diferente do que é habitualmente) e para a cidade (que tanto a desprezamos, porque parece não nos pertencer).
3. Museu é lugar de entrar e dizer: é nosso! Museus são lugares de coleções, e as cidades, também. Cidades são escolas do olhar, pois nos permitem colecionar tudo de nossa vida: os dias que passam, a família que reunimos, os amigos que temos e ainda os bueiros da rua e as janelas que vislumbramos em nosso caminho diário (elas falam de épocas diferentes, narram histórias distintas). A cidade é a história.
4. Museu é lugar onde a cidade (a história) se reconta. Rebrota. Onde ela nos faz crer que, para além do mero contorno do corpo, existimos. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos. Que ajudaram a criar “o imaginário daquilo que imaginamos que somos”, como definiu o poeta Ferreira Gullar. É dentro da plenitude deste imaginário que o Museu nos reaviva a memória e o fulgor da boa aula.
5. Museu é o lugar do mérito, onde peças e imagens entraram porque mereceram entrar, porque foram, em algum momento, singulares. Elas estão ali para nos apontar que cada qual que as visita pode ter sua singularidade, e que ninguém precisa ser prisioneiro dos preconceitos do mundo. Museu é onde a cultura aponta à educação que tanto um como o outro foram feitos para reinventar o modo de ver as coisas.
6. Museu é lugar para se abandonar a parafernália eletrônica, os iPads, iPhones e Ai-ais e permitir que obras e imagens que lá se encontram repercutam em nós. Num museu somos nós os capturados pelos objetos, somos nós o verdadeiro conteúdo de cada museu, com a capacidade de transformar e sermos transformados pelo que nos cerca.
7. Museu é lugar para criar um vazio entre o olhar que vê e o objeto que é visto. Um vazio de silêncio. Um vazio que amplia horizontes de percepção. Assim, o professor deixa de ser professor e passa a ser o que verdadeiramente é: um inventor de roteiros, um “possibilitador” de descobertas. É lugar de aluno, com a ajuda dos mestres, revelar potencialidades insuspeitas, tantas vezes esmagadas pelo caráter repressor das circunstâncias que o cercam.
8. Museu é lugar de experiência. Tudo o que é pode não ser: há uma mágica combinatória em todas as coisas, como as crianças nos ensinam. Tudo pode combinar com tudo, independentemente de critérios, ordenamentos, hierarquias. A ordem do museu pressupõe a desordem do olhar.
9. Museu é ainda lugar de coleções (embora a internet seja, hoje, o maior museu do mundo). Assim, o museu não é mais apenas um espaço físico, assim como a escola não o é. A cidade toda é uma grande escola. O Museu é uma de suas salas de aula.
10. Museu é o lugar em que “a criança se educa, vivendo” como nos ensinou, desde 1929, o educador Anísio Teixeira, ao falar da escola.
Leonel Kaz é curador do Museu do Futebol

Veja também minha entrevista sobre a Estação Ciência da USP no link abaixo:

Finalmente a morte do Salami Science?

Veja antes o que é o Salami Science no link abaixo:

http://profheliodias.blogspot.com.br/2013/05/salami-scienceo-objetivo-da-ciencia.html

Veja uma excelente iniciativa e as recomendações sugeridas.Se você concordar assine:

The San Francisco Declaration on Research Assessment (DORA), initiated by the American Society for Cell Biology (ASCB) together with a group of editors and publishers of scholarly journals, recognizes the need to improve the ways in which the outputs of scientific research are evaluated. The group met in December 2012 during the ASCB Annual Meeting in San Francisco and subsequently circulated a draft declaration among various stakeholders. DORA as it now stands has benefited from input by many of the original signers listed below. It is a worldwide initiative covering all scholarly disciplines. We encourage individuals and organizations who are concerned about the appropriate assessment of scientific research to sign DORA.
Download the Declaration(PDF)
http://am.ascb.org/dora/files/SFDeclarationFINAL.pdf

San Francisco Declaration on Research Assessment Signup Form

http://am.ascb.org/dora/index.php/sign-the-declaration

sexta-feira, 14 de junho de 2013

As mais importantes pesquisas desenvolvidas pela Sociedade Max Planck!

La Sociedad Max Planck es la red de institutos y organizaciones de mayor éxito en Alemania en el campo de la investigación científica, labor por la que acaba de ser reconocida con el Premio Príncipe de Asturias a la Cooperación Internacional. La institución, cuya denominación homenajea al físico teórico del mismo nombre, se creó en1948, pero continúa la actividad de su antecesora, la Sociedad Kaiser Wilhelm, de la que el propio Max Planck llegó a ser presidente. Entre sus últimos grandes hitos, descubrimientos e investigaciones, además de sus Premios Nobel y una amplísima red de 80 institutos, destacan:
 La secuenciación del genoma del hombre Neandertal: Svate Pääbo, al frente de su equipo del Instituto Max Planck de Antropología Evolutiva (en Leipzig) y tras cuatro años de intenso trabajo, los investigadores consiguieron construir la primera secuencia completa del genoma del hombre de Neandertal. Con unos resultados que sugerían que por lo menos el 2% del genoma de los humanos modernos no africanos proceden de esa especie, desaparecida de la faz de la Tierra hace aproximadamente 30.000 años.
— La niña más vieja del mundo: Y eso que sólo tenía tres años cuando murió, probablemente a causa de una inundación. Su cuerpo, atrapado hace 3,3 millones de años, fue enterrándose lentamente. El espectacular hallazgo, que ocupó la portada de la revista «Nature», fue realizado en el área de Dikika, en el noreste de Etiopía, por el equipo de paleontólogos dirigido por el investigador local Zeresenay Alesmeged, por cuenta del Instituto Max Planck, de nuevo. Los restos de la niña de Dikika tienen un valor científico incalculable, ya que contienen preciosa información sobre los procesos de crecimiento y desarrollo de la especie que estrenó las primeras características humanas.
— Una inteligencia casi humana, la de los simios: A partir de un experimento realizado por científicos de esta organización alemana, llamado «cacahuete flotante», se demostró que aunque a iguales condiciones animales y niños alcanzan aciertos similares, se demostró también que su forma de aprender no es la misma. Los niños son capaces de imitar a los que saben, el mono improvisa con creatividad. También se les pidió sumar, restar o reconocer fracciones. En pruebas numéricas en las que está en juego la memoria visual, como recordar en orden la posición de números que desaparecen en una pantalla, incluso los chimpancés puntuaciones superiores a las de ¡estudiantes universitarios!
— El genoma del denisovano, secuenciado: El investigador Svate Pääbo, mencionado anteriormente, logró secuenciar el genoma del homínido de Denisova, una misteriosa especie encontrada en 2010 en Siberia y emparentada con los neandertales, a partir de un fragmento de un dedo meñique infantil y dos piezas dentales. El análisis permitió comparar a los denisovanos con el hombre moderno y reveló que el hueso pertenecía a una niña de ojos marrones, cabello castaño y piel morena que vivió hace entre 74.000 y 82.000 años.
— En la vanguardia de la física cuántica: El director del Instituto Max Planck de Óptica Cuántica en Munich, además de uno de los mayores expertos mundiales de computación cuántica, es español y se llama Juan Ignacio Cirac. A comienzos de este año, Cirac fue galardonado con el Premio Wolf, considerado la «antesala» del Nobel, por sus «revolucionarias contribuciones teóricas al procesado de información cuántica, la óptica cuántica y la física de gases cuánticos», bajo el paraguas, claro está, de una institución tan innovadora y avanzada como la Sociedad Planck.
— Hasta la fecha, 17 científicos de la sociedad han conseguido el Premio Nobel: Gerhard Ertl (2007), Theodor W. Hänsch (2005), Christiane Nüsslein-Volhar (1995), Paul Crutzen (1995), Erwin Neher (1991), Bert Sakmann (1991), Robert Huber (1988), Hartmut Michel (1988), Johann Deisenhofer (1988), Ernst Ruska (1986), Klaus von Klitzing (1985), Georges Köhler (1984), Konrad Lorenz (1973), Manfred Eigen (1967), Feodor Lynen (1964), Karl Ziegler, Nobel (1963) y Walter Bothe (1954)
Fonte : http://www.abc.es


Outra grande iniciativa da Sociedade Max Planck é o Túnel da Ciência.Veja o video abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=AWc2jxRwH9M

quarta-feira, 12 de junho de 2013

A nova Universidade do século 21!(Vencerás pela Ciência)



A tradição da USP iniciou-se há quase 200 anos, se considerarmos a fundação das escolas preexistentes, como a Faculdade de Direito, a Escola Politécnica e a Faculdade de Medicina, ou 80 anos, se levarmos em conta a fundação da Universidade. Assim, graças à sua juventude, se comparada às instituições de ensino superior europeias, por exemplo, a USP possui grande potencialidade, cujo desabrochar necessita ser incentivado.

A vocação internacional e a internacionalização permeiam a história da Universidade. Exemplificativamente, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, a Esalq, nasceu da experiência internacional do agrônomo e fazendeiro Luiz Vicente de Souza Queiroz. Nascido em 1849, Queiroz formou-se em Agronomia na França e na Suíça. De volta ao Brasil, deparou-se com o atraso das práticas agrícolas nacionais e entendeu ser de fundamental importância a divulgação das mais avançadas técnicas e práticas agrícolas à população, dando início à concepção da Esalq.

Do mesmo modo, a então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCL) teve grande impulso inicial, quando de sua criação, graças à vinda das missões estrangeiras. Em 1934, na recém-criada Universidade, dezenas de professores estrangeiros – franceses, italianos e alemães, em sua maioria – foram contratados para implementar estudos de ciências básicas e humanidades, nos quais o País ainda não tinha tradição.

A missão francesa encarregou-se, principalmente, das ciências humanas – filosofia, história, geografia, antropologia e sociologia. Aos alemães coube a cátedra de química, enquanto aos italianos, as ciências exatas – física e matemática. A esse corpo docente internacional incumbiu-se a responsabilidade de formar os primeiros pesquisadores brasileiros, transmitindo-lhes os fundamentos do rigor científico sobre o qual se erige todo o conhecimento. O registro que consta no brasão da Universidade, Scientia vinces, “Vencerás pela ciência”, expressa este que pode ser considerado um de seus principais pilares.

Além disso, as missões estrangeiras deflagraram uma efervescência cultural ímpar, que transformaria a USP em uma das mais importantes universidades do Brasil e da América Latina.

O movimento de internacionalização na USP, já com esse nome, data de pouco mais de uma década, tendo aumentado significativamente nos três últimos anos. O resultado desse processo pode ser traduzido pela alta visibilidade, nacional e internacional, bem como índices inéditos conquistados nos mais variados rankings internacionais de universidades. No mais recente deles, o 2013 World Reputation Ranking, elaborado pelo Times Higher Education, a USP foi a única universidade brasileira e latino-americana a figurar entre as cem melhores do mundo. No Performance Ranking of Scientific Papers for World Universities 2012, elaborado pelo National Taiwan University Ranking (NTU Ranking), a USP subiu 25 posições em relação a 2011, passando da 78ª para a 53ª posição em 2012.

Para aproveitar tal visibilidade e fazer com que a USP alcance um novo patamar de internacionalização, tornou-se necessário que a Universidade se localizasse fisicamente em regiões estratégicas do globo, que servissem para alavancar sua participação e parcerias efetivas com universidades de ponta em todo o mundo. Isso se dará, essencialmente, pelo incremento de sua participação em pesquisas internacionais, de forma institucional e não somente por ligações pessoais, como ocorre na maioria dos casos; no ensino, com o fomento a ações voltadas ao duplo diploma em graduação e à cotutela em pós-graduação; e na extensão de serviços à comunidade, além da divulgação da imagem USP em todos os centros mundiais relevantes.

Os núcleos internacionais, instalados nas cidades de São Paulo, Boston, Londres e Cingapura, são representações diplomáticas que dinamizarão ações em três instâncias: as existentes há tempos, como, por exemplo, os convênios internacionais (atualmente, são mais de 690 convênios vigentes) e cátedras internacionais; as ações recentes, como o Programa de Bolsas de Intercâmbio Internacional para Alunos de Graduação; e as novas ações, como o programa de bolsas para professores visitantes internacionais, que poderão atuar nas unidades e órgãos, e o Programa de Incentivo e Apoio à Capacitação dos Servidores Técnicos e Administrativos da USP no Exterior.

Ademais dos benefícios que derivarão de todas essas ações, o Programa USP Internacional será um laboratório prático das atividades internacionais da Universidade, que possibilitará, com alta margem de certeza, a formulação de programa de internacionalização para a USP nos próximos anos.

O que se pretende com o novo patamar de internacionalização é fazer com que nossa universidade possa respirar uma atmosfera verdadeiramente multicultural e internacional, que favoreça a compreensão, a tolerância e a interdisciplinaridade. Por outro lado, é necessário que a USP consiga participar do seleto grupo de universidades mundiais, aptas a desenhar a universidade do século 21. Em poucos anos, o desenho da universidade mudará mais do que cambiou desde o século 12, quando as primeiras instituições de ensino superior surgiram na Europa.
João Grandino Rodas é reitor da USP
Fonte Jornal da USP(15 de Maio de 2013)